Soluções / engenharia aplicada
Da política de roteamento à última milha.
Redes de provedores não são uma coleção de equipamentos. São sistemas interdependentes — e cada camada precisa ser projetada, observada e operada com contexto.
Áreas de atuação
01 / Roteamento · Transporte · Resiliência
Arquitetura para crescer.
Projeto, implantação, troubleshooting e otimização de redes de provedores e ambientes de telecomunicações.
O desenho considera a política de roteamento, os caminhos de tráfego, os domínios de falha e a evolução da infraestrutura — não apenas a configuração pontual de um equipamento.
- ROUTINGBGP · OSPF · IPv4 · IPv6
- TRANSPORTMPLS · MPLS-TE · redundância
- POLICYRoute Reflectors · communities
- OPERATIONSAlta disponibilidade · troubleshooting
Plataformas encontradas em projetos incluem Huawei NE8000/NE20, MikroTik CCR, Cisco, Nokia, FRRouting/FRR e BIRD.
02 / Internet · Interconexão
BGP & Internet.
A Internet é infraestrutura: política, interconexão, resiliência e engenharia de tráfego precisam funcionar em conjunto.
Projetos BGP abrangem eBGP e iBGP, Route Reflectors, Full Routing e critérios de importação e exportação. O objetivo é construir políticas previsíveis, limitar propagação indesejada e entender como cada decisão altera os caminhos da rede.
Peering, IX e upstreams entram na arquitetura junto com redundância entre operadoras. RPKI e ASPA são tratados como parte da validação e da postura de roteamento, conforme a maturidade e o desenho do ambiente.
03 / Serviços · Sessões · Escala
CGNAT & BNG.
Escala de assinantes exige dimensionamento, rastreabilidade e leitura contínua do uso de recursos.
A atuação integra BNG, CGNAT, PPPoE, RADIUS e accounting. Acompanhar sessões, autenticação, políticas de acesso e utilização de portas ajuda a entender a capacidade disponível e a investigar problemas sem perder o vínculo entre sessão, endereço e evento.
- Dimensionamento e análise de utilização de portas
- Integração com sistemas externos e accounting
- Troubleshooting entre sessão, autenticação e acesso
- Políticas de acesso e controle de sessões
A escala real depende da arquitetura, do perfil de tráfego e dos dados do ambiente avaliado.
04 / Acesso óptico · PON · Qualidade
GPON & OLT.
Capacidade, qualidade óptica e contexto de falha importam tanto quanto provisionar um serviço.
Projetos envolvendo principalmente Huawei MA5800 e Nokia ISAM podem cobrir provisionamento, VLAN, QinQ, ONTs e perfis de serviço, além do acompanhamento de capacidade das PONs, clientes online/offline e indicadores ópticos.
Eventos como LOS, LOSI, LOBI e Power Fail precisam ser entendidos no contexto do enlace e do impacto na base de clientes. Monitoramento e automação contribuem para localizar degradação e reduzir o tempo de investigação.
05 / Métricas · Eventos · Correlação
Observabilidade que reflete a sua rede.
Templates são um ponto de partida. A operação exige descoberta, regras e métricas construídas para a topologia, as plataformas e os eventos que realmente importam.
O monitoramento pode cobrir roteadores, switches, OLTs, servidores, links, interfaces, sessões, clientes PPPoE, PONs, temperatura, CPU, memória, disponibilidade, tráfego, potência óptica, eventos e versões de firmware.
Observabilidade de redes para provedores pede regras, triggers, descoberta automática e métricas específicas — inclusive quando o Zabbix para provedores é parte do ambiente operacional.
LSN / NETWORK OPERATIONS VIEW
CORE-BH-01
06 / Operação repetível · Integração
Automação com controle.
Se uma tarefa operacional pode ser automatizada de maneira segura, ela não deveria depender indefinidamente de trabalho manual.
Automação de redes pode tratar coleta, integração entre sistemas, eventos, notificações, processamento de métricas e ferramentas internas para equipes de operação. Go, Python, APIs, n8n, Webhooks e Docker entram conforme a tarefa e as restrições do ambiente.
O objetivo não é automatizar por automatizar: é reduzir repetição sem perder rastreabilidade, validação ou capacidade de intervenção.
07 / Flow · Tráfego · Planejamento
Network Intelligence.
Transformar milhões de eventos da rede em informação útil para operação e planejamento.
Projetos de NetFlow e IPFIX podem analisar tráfego e NAT/CGNAT, PPS, bandwidth, conexões, origem e destino, duração de sessões e utilização de portas. Coletores próprios de alta performance em Go e bancos apropriados ajudam a processar volumes que precisam de outro modelo de consulta e retenção.
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